Na última quarta-feira (11/12/19) as professoras do Instituto de Nutrição da UERJ e membros da Comissão Executiva da REANE, Luciana Azevedo Maldonado e Ana Carolina Feldeinhemer, participaram de mais uma ação de prevenção e controle da obesidade infantil promovida pela Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde (Saps/MS). Trata-se de oficina de trabalho para debater estratégias sobre o tema, realizada na Organização Pan-americana de Saúde (Opas).
O evento acontece no momento em que o Ministério lança Campanha Nacional contra a Obesidade Infantil, em resposta a dados alarmantes com relação à doença no país. Atualmente, 3 a cada 10 crianças entre 5 e 9 anos atendidas no SUS estão acima do peso. Há uma estimativa de 4,4 milhões de crianças vivendo com excesso de peso.
Durante a oficina, a instituição se reuniu com pesquisadores, especialistas nacionais e internacionais no tema e outros setores do governo para avançar no escopo do primeiro plano nacional de prevenção e controle da obesidade infantil.
Cerca de 27 oficinas já estão previstas para o ano de 2020, uma em cada estado da federação brasileira. O objetivo é discutir o plano em nível local para adaptá-lo a essas regiões, além de desenvolver estratégias mais efetivas no âmbito dos estados e municípios.
Na última sexta-feira (22/11/2019) aconteceu, na UNIRIO, a 21º Plenária da REANE e o 5º Encontro de Alimentação Escolar CECANE-UNIRIO. O evento foi organizado pelo CECANE-UNIRIO, REANE e Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável e teve como tema os ‘’10 anos da Lei PNAE: Avanços e Desafios”.
O evento iniciou com um momento de partilha através do café da manhã coletivo, no qual cada participante contribuiu com um alimento. Agradecemos à todos pela contribuição e por abraçar a proposta.
As mesas proporcionaram uma ampla discussão sobre o Programa Nacional de Alimentação Escolar, abordando as seguintes temáticas:
Mesa 1 - Balanço de 10 da Lei PNAE Avanços e Desafios;
Mesa 2 - Ações de apoio a Lei PNAE Avanços e Desafios no Estado do Rio de Janeiro;
Mesa 3 - Controle Social e Alimentação Escolar na Agricultura Familiar.
Participaram das mesas os representantes do FNDE, da Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro, do CECANE-UNIRIO, do CECANE-UFF, da REANE, da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, da Comissão de Educação da ALERJ, do CAE-RJ, do Grupo de Transparência e Controle Social da Rede de Controle da Gestão Pública, do Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, do CONSEA-RJ e do CONSEA-Rio.
No intervalo entre as mesas 2 e 3 teve a apresentação do projeto desenvolvido na Escola Municipal Coronel Moreira da Silva - Mangaratiba/RJ que desenvolve anualmente o Projeto da Feira de Ciências. Neste ano, o projeto desenvolveu suas atividades sob a temática da Semana Nacional de Ciências e Tecnologia - "Bioeconomia: diversidade e riqueza para o desenvolvimento sustentável”.
Os alunos da turma 700 juntamente com a Professora de Geografia Gabriela Fernandes Santos Alves e apoiados pela diretora Elizabeth Pereira, desenvolveram uma pesquisa sobre a importância do cultivo da banana nesse município. O objetivo foi trabalhar com os diferentes usos da banana em preparações salgadas e doces, valorizando o produto advindo da agricultura familiar. Somado a isso foi também desenvolvido o bioplástico da banana, através da biomassa da banana verde como uma alternativa sustentável para a comercialização de canudos e utensílios.
A Tenda da Rotulagem da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável esteve presente em todo evento apresentando a nova proposta de rotulagem para alimentos industrializados.
Ao final do evento teve um delicioso almoço, divulgação de livros e outros materiais técnicos científicos e pedagógicos com temáticas associadas a alimentação escolar.
A REANE marcou presença no Encontro Técnico Regional de
Nutricionistas do Programa Nacional de Alimentação Escolar 2019 – Região Norte.
O evento, organizado pelo FNDE, aconteceu nos dias 4 e 5 de novembro, em Belém/PA.
A nutricionista Alessandra Pereira, docente da UNIRIO e membro do CECANE-UNIRIO e do Comitê Executivo da REANE, esteve
na mesa sobre “Alimentação Escolar na Educação Infantil”, falando sobre desenvolvimento
infantil e alimentação, formação do comportamento alimentar, diagnóstico
nutricional e cardápio e Educação Alimentar e Nutricional. A fala foi baseada nas
discussões dos materiais para Promoção da Alimentação Adequada e Saudável no
âmbito do Programa Saúde na Escola do Núcleo de Alimentação e Nutrição em
Políticas Públicas – NUCANE/UERJ em parceria com o Ministério da Saúde. Veja todos
os materiais clicando aqui.
No segundo dia, foram realizadas quatro turmas da Oficina de
Cardápios para a Educação Infantil à luz das recomendações dos Doze Passos da
nova edição do Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos
(versão preliminar, disponível para consulta pública).
A nova edição do Guia Alimentar para Crianças
Brasileiras Menores de 2 anos, do Ministério da Saúde, ainda será lançada. A elaboração
do material contou com a coordenação geral do NUCANE/UERJ e com especialistas
de diferentes regiões do país.
Em 2020 a Semana de Educação Alimentar (SEA)
trabalhará com o tema “Escola sustentável: a alimentação escolar e a reduçāo
dos impactos ambientais”.
* por Silvia Farias
Mas, o que é sustentabilidade?
Sustentabilidade é um termo amplo e complexo. Vem
sendo usado por diferentes pessoas e em contextos diversos. Aplicado à
alimentação e à nutrição, refere-se às práticas alimentares promotoras da saúde
que respeitem a diversidade cultural e que sejam ambiental, cultural, econômica
e socialmente sustentáveis. Mas o que seria isso? O aspecto ambiental da
sustentabilidade envolve não prejudicar o ambiente à volta, composto pelo solo,
pela água e pelos seres vivos daquele habitat; o cultural diz respeito à
valorização da cultura local, tanto alimentar como de costumes de uma maneira
geral; o aspecto econômico abarca questões relacionadas à compatibilidade entre
padrões de produção e de consumo, valorização de grupos locais e tradicionais;
e, por fim, o social envolve o respeito às pessoas, a manutenção da qualidade
de vida da população, a equidade na distribuição de renda e a diminuição das
diferenças sociais, com participação e organização popular. A sustentabilidade
envolve questões relacionadas à manutenção da vida, preocupando-se também com
gerações futuras. Significa dizer que vale a pena priorizar alimentos
cultivados localmente. Significa também não incluir na base de nossas práticas
alimentos produzidos com veneno, que poluem o meio ambiente e impactam
negativamente todas as pessoas que se expõem a eles durante o processo
produtivo: desde os trabalhadores no campo, até os que bebem água contaminada.
Em vez disso, alimentos produzidos por meio da agroecologia, que são
sustentáveis em todos os aspectos, deveriam ser priorizados.
Veja mais em: Pequeno dicionário da alimentação
saudável. Verbete: Sustentável
A escola é o elo entre os conhecimentos familiares,
comunitários e escolares, oriundos de várias áreas do saber, e permite o
desenvolvimento de atitudes e de habilidades necessárias para exercitar a
cidadania. Pode ser entendida como um espaço de articulação entre políticas de
educação e de saúde, propiciando vivências e reflexões dentro de diversas
temáticas como alimentação e cultura, cidadania e fome, violência, sexualidade,
sustentabilidade ambiental, entre outras.
A discussão de sustentabilidade na escola deve
partir da discussão de práticas adequadas e saudáveis, dentre elas, a
alimentação. A alimentação adequada e saudável é reconhecida como a realização
de um direito humano básico que envolve a garantia ao acesso permanente e
regular, de forma socialmente justa, a uma prática alimentar adequada aos aspectos
biológicos e sociais do indivíduo e que deve estar em acordo com as
necessidades alimentares especiais; ser referenciada pela cultura alimentar e
pelas dimensões de gênero, raça e etnia; acessível do ponto de vista físico e
financeiro; harmônica em quantidade e qualidade, atendendo aos princípios da
variedade, do equilíbrio, da moderação e do prazer; e baseada em práticas
produtivas adequadas e sustentáveis.
Veja mais sobre alimentação adequada e saudável
no Guia Alimentar para a População Brasileira.
A escola é considerada um espaço privilegiado para
a promoção da saúde, que desempenha papel fundamental na formação cidadã, de
valores e de hábitos, entre os quais os alimentares. Trata-se de um processo
gradual, que sofre influências sociais, culturais e comportamentais. O ambiente
escolar torna-se, assim, propício para o desenvolvimento de estratégias de
promoção da alimentação adequada e saudável (PAAS) que envolvam toda a
comunidade escolar (professores(as), merendeiros(as), gestores(as),
educandos(as), pais/responsáveis, equipes de saúde), buscando o desenvolvimento
pleno ou integral do educando e estimulando práticas saudáveis que contribuam
para a construção de uma relação saudável do educando com o alimento e com as
práticas envolvidas no processo da alimentação.
Nas escolas do meu
município/Estado há a discussão sobre os modos de produção dos alimentos, o que
temos disponível para consumo e quais os impactos das escolhas alimentares para
o meio ambiente?
Vejamos abaixo algumas reflexões que podem ser
realizadas no espaço escolar.
In natura X Ultraprocessado
Alimentos in natura ou minimamente
processados, em grande variedade e predominantemente de origem vegetal, são a
base para uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa, culturalmente
apropriada e promotora de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente
sustentável. Já os alimentos ultraprocessados devem ser evitados, pois devido a
seus ingredientes – como biscoitos recheados, salgadinhos “de pacote”,
refrigerantes e macarrão “instantâneo” – são nutricionalmente desbalanceados.
Por conta de sua formulação e apresentação, tendem a ser consumidos em excesso
e a substituir alimentos in natura ou minimamente processados. As formas
de produção, distribuição, comercialização e consumo afetam de modo
desfavorável a cultura, a vida social e o meio ambiente.
Assista também o Programa da HBO “Greg News” e
divirta-se um pouco com essa reflexão sobre os alimentos ultraprocessados: GREG
NEWS com Gregório Duvivier | ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS https://www.youtube.com/watch?v=CuJjffgXFHM
Na perspectiva da sustentabilidade, a reflexão
sobre este tema deve incluir a problematização de questões referentes, por
exemplo, como os alimentos são produzidos (trabalho infantil ou ilegal; uso
de agrotóxicos, antibióticos, hormônios; contaminação de rios e do solo; entre
outros), distribuídos e consumidos (desigualdade no acesso; perdas; geração de
lixo; desperdício) no modelo de sistema alimentar hoje predominante no Brasil e
no mundo. Um exemplo da interação entre atividades e resultados e de sua
relação com a sustentabilidade pode ser observado em nosso cotidiano: porque
deixamos de comprar determinados alimentos tradicionais, eles foram, aos
poucos, deixando de ser cultivados e comercializados, gerando menos sementes
nativas. Estas, por sua vez, vêm sendo substituídas por outras produzidas
industrialmente. Este processo não valoriza a diversidade de espécies e
empobrece a oferta de alimentos.
Vídeo do FNDE “2ª Jornada de EAN – Comida de
verdade na escola”
Segundo pesquisas do IBGE, a alimentação do
brasileiro vem acompanhando a tendência mundial de mudança nas práticas
alimentares, ou seja, a diminuição do consumo de alimentos básicos e
tradicionais – no caso do Brasil, arroz, feijão e farinha de mandioca – e o
aumento do consumo de alimentos processados e ultraprocessados – como
biscoitos, refrigerantes embutidos e refeições prontas. Como consequência, os
indicadores demonstram crescimento acelerado do excesso de peso na população
brasileira, nas três últimas décadas, em todas as faixas etárias, revelando que
quase seis em cada dez adultos, um em cada cinco adolescentes e uma em cada
três crianças de 5 a 9 anos apresentam excesso de peso. Vale dizer, ainda, que
o aumento da obesidade não é influenciado apenas pelo hábito individual, mas
também por características dos ambientes alimentares em que as pessoas estão
inseridas (bairro, escola, local de trabalho etc.), isto é, pelo “conjunto dos
meios físico, econômico, político e sociocultural, oportunidades e condições
que influenciam as escolhas alimentares e o estado nutricional das pessoas”.
Obesidade, desnutrição, mudanças climáticas: três
faces de uma mesma questão
O que difere agroecologia, orgânico e agroecologia?
Segundo Maria Emilia Pacheco a agroecologia é uma
ciência, um movimento social e também suas práticas. Ela possui dimensões
tecnológicas, sociais, políticas e econômicas. Além de não usar venenos, vai
além: realiza o manejo sustentável, valoriza as sementes tradicionais e cultiva
alimentos em harmonia com a natureza e a cultura local. Já sobre a produção
orgânica é a que não faz uso de agrotóxicos, porém não necessariamente engloba
a diversidade, um princípio chave da agroecologia. A agricultura familiar é o
sujeito dessa história. É por meio dela
que já se desenvolve a agroecologia ou se está buscando uma transição do modelo
de agricultura tradicional para um alternativo.
Assista a entrevista de Maria Emilia Pacheco para o
Canal Futura - Agroecologia e o fornecimento de alimentos
O Programa Nacional de Alimentação Escolar determina
que no mínimo 30% do valor repassado a estados, municípios e Distrito Federal
pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) deve ser utilizado na
compra de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do
empreendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizando-se os
assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e as
comunidades quilombolas.
Vídeo do FNDE “Jornada EAN 2019 – Tema 2:
Sustentabilidade na Alimentação Escolar”
A aquisição de gêneros da agricultura familiar é
uma forma potente de fortalecer a economia local e promover o consumo de
alimentos que fazem parte da cultura regional!
Assista ao vídeo “Comida que alimenta!”
Todo o ambiente alimentar tem que ter coerência com
a temática da sustentabilidade!
O cardápio é uma
ferramenta primordial de Educação Alimentar e Nutricional e deve levar em
consideração a produção local, a sazonalidade e conter alimentos variados,
frescos e que respeitem a cultura regional, ser baseado em alimentos in natura
e minimamente processados com uso dos ingredientes culinários para a elaboração
das preparações culinárias e evitando, ao máximo, os alimentos
ultraprocessados!
Além disso, o tipo de alimento incluído na
alimentação pode ter um impacto diferente nas condições climáticas, hídricas e
ecológicas no meio ambiente.
Pensando nisso, foi lançado pela Faculdade de Saúde
Pública da USP o livro “Pegadas dos alimentos e das preparações culinárias
consumidos no Brasil”. O livro relata que no contexto da alimentação, pode-se
estudar o impacto ambiental por unidade de massa do alimento in natura
ou preparado: litros de água por grama de tomate ou litros de água por grama de
molho de tomate. Sendo assim, eles analisaram a produção dos alimentos de
acordo com a pegada de carbono, que mede a quantidade total das emissões de
gases de efeito estufa no ciclo de produção; a pegada hídrica, que mede a quantidade total de água
utilizada direta ou indiretamente durante as fases do ciclo de vida e; a pegada
ecológica que avalia de forma combinada
os impactos antropogênicos que normalmente são avaliados separadamente (emissão
de carbono, mudança no uso da terra, consumo de biodiversidade etc.) e pode ser
aplicada em diferentes escalas, desde produtos até cidades ou países.
A humanidade já consome 30% mais recursos naturais
do que a capacidade de renovação da Terra. Se os padrões de consumo e produção
mantiverem-se no atual patamar, em menos de 50 anos serão necessários dois planetas Terra para
atender às nossas necessidades de água, energia e alimentos. Não é preciso dizer que esta
situação certamente ameaçará a vida no planeta, inclusive da própria
humanidade.
Uma das maneiras de se mudar isso é a partir das
escolhas de consumo. Todo consumo causa impacto (positivo ou negativo) na economia, nas
relações sociais, na natureza e em você mesmo. Ao ter consciência desses impactos na hora de
escolher o que comprar, de quem comprar e definir a maneira de usar e como
descartar o que não serve mais, o consumidor pode maximizar os impactos
positivos e minimizar os negativos, desta forma contribuindo com seu poder de
escolha para construir um mundo melhor. Isso é consumo consciente. Em poucas
palavras, é um consumo com consciência de seu impacto e voltado à sustentabilidade.
As nossas escolhas interferem diretamente no
planeta!
Assista ao Vídeo Residual do Ministério da Cultura
Traga essa discussão para
o ambiente escolar com alunxs, responsáveis, professorxs, merendeirxs e
diretorxs!
Em breve disponibilizaremos aqui no blog uma
lista de materiais de apoio a serem trabalhados com a comunidade escolar!
A REANE marcou presença no Encontro Técnico Regional de
Nutricionistas do Programa Nacional de Alimentação Escolar 2019 – Região Nordeste.
O evento, organizado pelo FNDE, aconteceu nos dias 8 e 9 de outubro, em
Salvador/BA.
A nutricionista de apoio técnico, Silvia Cristina Farias, esteve
na mesa sobre “Alimentação Escolar na Educação Infantil”, falando sobre desenvolvimento
infantil e alimentação, formação do comportamento alimentar, diagnóstico
nutricional e cardápio e Educação Alimentar e Nutricional. A fala foi baseada nas
discussões dos materiais para Promoção da Alimentação Adequada e Saudável no
âmbito do Programa Saúde na Escola do Núcleo de Alimentação e Nutrição em
Políticas Públicas – NUCANE/UERJ em parceria com o Ministério da Saúde. Veja todos
os materiais clicando aqui.
No segundo dia, foram realizadas quatro turmas da Oficina de
Cardápios para a Educação Infantil à luz das recomendações dos Doze Passos da
nova edição do Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos
(versão preliminar, disponível para consulta pública).
Em breve a nova edição do Guia Alimentar para Crianças
Brasileiras Menores de 2 anos, do Ministério da Saúde será lançada. A elaboração
do material contou com a coordenação geral do NUCANE/UERJ e com especialistas
de diferentes regiões do país.
Fotos das turmas das Oficinas sobre Cardápios para a Educação Infantil.
PS. Infelizmente, na correria final, não foi possível tirar
a foto com a última turma.
O NUCANE/UERJ e a REANE agradecem ao FNDE e a todos os
participantes do evento pela experiência, troca e diálogo. Esperamos revê-los em breve e nos colocamos à disposição! :)
Na última sexta-feira (20), aconteceu na sede do Conselho Regional de Nutricionistas da 4ª Região, a Oficina de Alimentação Escolar promovida pela Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável - pólo RJ, em parceria com a REANE. A oficina teve como objetivo: (a) promover formação sobre o tema; (b) discutir os Projetos de Lei em tramitação na ALERJ sobre o tema para construir posicionamento técnico e político e; (c) discutir os próximos passos de advocacy junto ao Poder Legislativo Estadual. Participaram da oficina membros da REANE e da Aliança.
"A formação para Conselhos de Alimentação Escolar é uma das atividades da Coordenação Geral do Programa de Alimentação escolar (CGPAE) e uma realização do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) em parceria com o Laboratório de Tecnologia da Informação e Mídias Educacionais da Universidade de Goiás (UFG).
O curso foi idealizado para ser desenvolvido pelo aluno sem monitoramento, com conteúdo dividido em aulas, com exercícios de fixação da aprendizagem com gabarito comentado e uma avaliação final.
Tem o objetivo de fortalecer o Conselho de Alimentação Escolar como instância de controle social do Programa de Alimentação Escolar por meio da ampliação da capacitação técnica dos conselheiros de alimentação escolar.
O Centro de Excelência contra a Fome da ONU e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação do Brasil publicaram na quinta-feira (11/07/2019) artigo que explica a gestão financeira do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e seu histórico de financiamento desde a criação.
A experiência brasileira no financiamento da alimentação escolar ressalta a importância de previsão legal de alocação orçamentária para alimentação escolar com o objetivo de garantir a progressiva expansão da cobertura e da qualidade das refeições oferecidas pelo PNAE nos 27 estados e mais de 5 mil municípios do país.
O artigo integra a nova série Policy Briefs que trará informações complementares sobre diferentes dimensões do programa brasileiro, como financiamento, implementação e monitoramento do programa.
Nos dias 18 e 19 de julho de 2019 o FNDErealizará oEncontro Técnico de Nutricionistas do Programa Nacional de Alimentação Escolar da Região Sudeste, em São Paulo/SP. O objetivo do evento é apresentar as novidades, atualizações e informações técnicas e práticas sobre a execução das ações de alimentação e nutrição do PNAE, em um espaço de diálogo e de troca de experiências, com ênfase em:
· Cardápios: aspectos qualitativos.
· Cardápios: aspectos quantitativos e fichas técnicas.
· Especificação de alimentos.
· Cardápios para a Educação infantil.
Todos os presentes receberão certificado de participação pelo encontro técnico, com carga horária de 16 horas, emitidos pelo FNDE.
Para tanto, faz-se necessária à inscrição no evento dentro do prazo estipulado, no período de: 01 a 30/06/2019 no site: educacaocorporativa.fnde.gov.br
Cabe mencionar que as inscrições estão limitadas a um nutricionista por Entidade Executora e serão aprovadas após o dia 07/07/2019 com o recebimento de e-mail confirmando a inscrição.
O FNDE não arcará com nenhum custo de diárias ou deslocamentos.
Para demais informações, nos colocamos a disposição pelos seguintes contatos:eventoscosan@fnde.gov.br
Nesta última quarta-feira (29/05/2019) aconteceu, na UNIRIO, a XX Plenária da REANE. A atividade integrou o 1º Fórum Latino-Americano das Cidades Signatárias do Pacto de Milão que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro durante os dias 28, 29, 30 e 31 de maio.
A atividade teve início com uma discussão entre especialistas sobre as interfaces entre o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e desigualdade, identidade e sustentabilidade. Participaram da mesa representando a REANE a professora do Instituto de Nutrição da UERJ, Jorginete Damião, como uma dos especialistas, e a Nutricionista do Núcleo de Alimentação e Nutrição em Políticas Públicas, Silvia Farias, como apresentadora e moderadora da mesa.
Como atividade final, foi realizada transmissão simultânea da mesa redonda sobre Alimentação nas Cidades
e Territórios da América Latina: incrementando a sustentabilidade, fortalecendo identidades e
reduzindo a desigualdade que estava acontecendo que estava acontecendo no auditório do Museu de Artes do Rio de Janeiro.
A REANE foi convidada a
participar das atividades que integrarão o 1º Fórum Latino-Americano das
Cidades Signatárias do Pacto de Milão no Rio de Janeiro. No dia 29 de maio
ocorrerá a XX Plenária da Rede Estadual de Alimentação e Nutrição Escolar, em
parceria com o CECANE-UNIRIO. Haverá uma transmissão simultânea da mesa redonda
sobre Alimentação nas Cidades e Territórios da América Latina: incrementando a
sustentabilidade, fortalecendo identidades e reduzindo a desigualdade, seguida
de uma discussão com especialistas que debaterão as apresentações realizadas e
as interfaces entre o PNAE e desigualdade, identidade e sustentabilidade.
O 1º Fórum Latino-Americano das
Cidades Signatárias do Pacto de Milão Rio de Janeiro ocorrerá entre os dias 29
e 31 de maio de 2019 com os propósitos da Agenda 2030 e apoiado pela União
Europeia e pela FAO (órgão da ONU voltado para alimentação e agricultura). O
Pacto visa estimular as cidades para que assumam seu papel estratégico na
construção de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de sistemas
alimentares saudáveis e sustentáveis. Especialistas das 26 cidades
latino-americanas que participam do Fórum se reunirão, no Museu do Amanhã e no
Museu de Arte do Rio, para debater várias questões relacionadas ao tema – da rotulagem
dos alimentos ao incentivo da agricultura urbana. A expectativa é de que seja
produzido um documento, a Carta do Rio de Janeiro, que conterá uma série de
intenções, com vistas à implantação de políticas públicas nas cidades
participantes.
XX Plenária da REANE
Data: 29/05/2019
Local: Auditório Vera Janacopulos, na
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) – Avenida Pasteur, 296, Urca, Rio de Janeiro.
Referência mundial no debate sobre nutrição, Marion Nestle chega ao Rio de Janeiro para lançar seu primeiro livro publicado no Brasil. "Uma verdade indigesta: como a indústria de alimentos distorce a ciência sobre o que comemos" expõe como as pesquisas científicas são manipuladas para aumentar lucros de grandes corporações e prejudicar a saúde pública. A obra é um convite a desfazer a confusão instalada entre marketing e ciência.
A chegada da professora emérita da Universidade de Nova York ao país reforça a pauta de pesquisadores que cobram que a indústria de alimentos ultraprocessados deixe de interferir na agenda científica.
No Rio, o lançamento será às 14h no auditório 111 da UERJ e, às 19h, na livraria Blooks Livraria.
A UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-UNIRIO convida Vossa Excelência para o “1º Simpósio de Agricultura Familiar: Panorama no Estado do Rio de Janeiro” a ser realizado no dia 17 de maio de 2019 de 9h às 17h. Este Simpósio apresentará os resultados do projeto “Apoio Técnico-científico para fortalecimento, consolidação das Políticas Públicas voltadas para a Agricultura Familiar do Brasil” em parceira com a extinta Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário – SEAD iniciado no final de 2018. Desde já agradeço sua atenção e conto com sua presença que será fundamental para o sucesso deste evento que tem o intuito de fomentar a agricultura familiar no nosso Estado do Rio de Janeiro. Local do Evento: Auditório Vera Janacópulus situado a Avenida Pasteur, 296, prédio da Escola de Nutrição –Urca – Rio de Janeiro.